Entretenimento, Livros

Clube do livro: O Colecionador de John Fowles

Oii gente, tudo bom?

Mais um Clube do Livro por aqui, porém a dica de hoje é de uma obra bem diferente do que costumamos ver por aqui. Peguei esse livro por indicação da Bia Jiacomine e achei legal trazer para vocês. É um livro mais psicológico e reflexivo, mas que vale a pena conhecer.

 

O Colecionador é a história de Frederick Clegg, um homem solitário, de origem humilde, menosprezado por uma sociedade esnobe, que encontra o grande amor de sua vida. Tudo o que ele deseja é passar um tempo a sós com ela, demonstrar seus nobres sentimentos e deixar claro que eles nasceram um para o outro. O Colecionador também é a história de Miranda Gray, uma jovem estudante de artes sequestrada por um maníaco que acha que pode obrigá-la a se apaixonar por ele. Tudo o que ela deseja é escapar do cativeiro, e vai usar de toda sua inteligência para sobreviver ao inferno em que sua vida se transformou. O Colecionador é um livro narrado por dois personagens antagônicos: o sequestrador e sua vítima. Ferdinand e Miranda. Todos temos um pouco dos dois dentro de nós, concluímos ao final de suas páginas – quem consegue se desgrudar delas?

O livro foi lançado em 1963, então temos que levar em conta que o tipo de narração e desenvolvimento era bem diferente do que estamos acostumamos hoje em dia. Dividido em duas partes, na primeira vemos o sequestro pela visão do sequestrador e na segunda pela visão da vítima.

Confesso que no começo fiquei meio bodeada com o livro, pois a história se desenrola de uma forma muito lenta e não tem muita ação, é uma história mais parada. Porém apresenta visões bem interessantes e prende o leitor através desse mergulho pela mente dos personagens.

O interessante do livro é ver a diferença entre as visões, mas no final descobrir que ambos apresentam traços de personalidade semelhantes. Recomenda essa leitura para quem procura algo diferente, que gosta de mistério e de conhecer mais a mente humana.

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Séries e Cinema

#JéssIndica The Bold Type

Oii gente, tudo bom?

A dica de hoje é de uma série para você que adorava Gossip Girl e está procurando uma nova série para maratonar no feriado. The Bold Type é daquelas séries que mistura o mundo fashionista com uma pitada de críticas diante dos problemas que as mulheres enfrentam.

“Três amigas se unem para conquistar o sucesso em Nova York, batalhando para fazer seus sonhos resistirem ás realidades da vida, e, quando têm um tempo livre, procurando o amor verdadeiro. Jane foi recentemente promovida a redatora da Scarlet Magazine, um periódico renomado focado em estilo de vida. Mesmo sendo tão apaixonada pelo que faz e determinada a ter sucesso, Jane por vezes hesita perante os desafios da vida na cidade grande. Por sorte ela conta com a ajuda da amiga Kat , a diretora de mídia social da empresa, que é destemida e ousada. Sutton é a última das três a ocupar o cargo de assistente, mesmo sempre trabalhando até a exaustão. Pelo menos o trabalho lhe distrai do segredo que precisa esconder das amigas. As três trabalham sob a guarda da editora chefe Jacqueline , que comanda a revista equilibrando dureza e cuidado com suas subordinadas. Elas dividem a redação com Alex, que só aceitou o emprego depois de perder a vaga dos sonhos em outra publicação, e Richard , um membro do conselho diretor e advogado da revista – e conquistador.”

A série é inspirada na vida da diretora chefe da revista Cosmopolitan, Joanne Coles. Inicialmente você pode pensar que a série é bobinha só para passar o tempo, mas em meio a rotina da redação são levantadas diversas questões feministas bem interessantes. a série fala sobre estupro, abuso, homossexualidade e liberdade feminina.

Numa mistura de O Diabo veste Prada com Gossip Girl, a série traz temas muito pertinentes para as mulheres de uma forma leve e descontraída, porém bastante pertinente. A série atualmente tem duas temporadas com 10 episódios cada, porém há indícios de uma terceira temporada a caminho.

E aí, já assistiu essa série?

Séries e Cinema

#JéssIndica Sharp Objects

Oii gente, tudo bom?

A dica de hoje é para quem ama series de suspense e que terminam do jeito mais improvável possível. Sharp Objects é uma série da HBO baseada no livro de Gillian Flynn, autora de Garota Exemplar e Lugares Escuros.

Camille Preaker (Amy Adams) é uma repórter que precisa retornar à sua cidade natal para acompanhar as investigações dos misteriosos assassinatos de duas adolescentes. O retorno a Wind Gap também traz à tona os fantasmas de seu passado, já que Camille será forçada a reencontrar a sua mãe, a hipocondríaca Adora Crellin (Patricia Clarkson), a meia irmã que mal conhece, Amma (Eliza Scanlen), e o padrastro Alan (Henry Czerny). Ao mesmo tempo, ela lida com os distúrbios emocionais, pois acabou de passar uma temporada em uma instituição psiquiátrica.

Eu AMO  os livros de Gillian, já havia lido Garota Exemplar e Lugares Escuros antes mesmo de ter o blog(e por isso não temos resenha delas por aqui) mas não sei ao certo se li Objetos Cortantes. No começo achei que sim, mas depois percebi que não lembrava muita coisa, então estou relendo e logo mais vem resenha do livro. Mas voltando a série…

A atuação de Amy Adams é impecável, Camille é um personagem bem difícil e ela soube interpretar muito bem! Além da interpretação maravilhosa de Amy, tenho que dizer que o enredo se desenvolve super bem e cada episódio termina com aquele gostinho de quero mais.  O final da série é MUITO surpreendente e é daqueles que te deixa de queixo caído por alguns minutos HAHAHAHA

Se você é daquele tipo que adora um bom mistério e séries nada clichês, então você precisa assistir! A série tem apenas uma temporada com 8 episódios de aproximadamente 1 hora. Até o momento não há confirmação sobre uma segunda temporada, até porque em 8 episódios é dado um final bem conclusivo.

 

Entretenimento, Sem categoria

Fantasma da Ópera em São Paulo

Oii gente, tudo bem?

Todo mundo aí algumas vez já se encantou com alguma música ou a história do Fantasma da Ópera. Eu sou uma fã de carteirinha que se emociona cada vez que assiste o filme ou lê o livro, então não podia ser diferente quando soube que o musical vinha para o Brasil. Assim que os ingressos começaram a ser vendido, eu logo garanti a minha entrada e estava há dois meses esperando por esse dia.

 

O musical conta a história homônima de Gaston Leroux sobre  uma figura mascarada que aterroriza a ópera de Paris. Essa figura misteriosa é como um “dono” da ópera e capaz de coisas assustadoras para ter seus desejos atendidos. Uma história cheia de mistério, música, amor e redenção, o Fantasma da Ópera está em cartaz há 30 anos na Broadway e depois de 13 anos desembarcou novamente no Brasil. A produção foi muito bem pensada e segue fielmente o espetáculo original do inglês Andrew Lloyd Webber, que estreou em Londres em 1986.

Com muitos efeitos e uma produção impecável, você fica encantado e admirado com o cuidado que a equipe teve com os detalhes. O cuidado com os símbolos da história como o lustre ou o macaco e também com realmente parecer que o fantasma estava ali em todo o teatro é incrível. A produção realmente estava impecável e só por ela já vale o preço do espetáculo. Sem contar que o cuidado com as cenas também é surpreendente, as catacumbas do teatro e o cemitério são cenas muito bem trabalhadas e a produção consegue utilizar o palco inteiro em toda sua extensão de forma inusitada.

As vozes também foram muito bem trabalhadas e escolhidas. Os atores tem as vozes bem próximas ao que esperamos dele. Temos Thiago Arancam como Erick, Lina Mendes como Christine e Fred Silveira como Raol.

As músicas, assim como em outros musicais encenados no Brasil, foram traduzidas e adaptadas. Entretanto, diferentemente de Les Misérables(que também sou fã e conheço bem a história e as canções), as adaptações ficaram com um certo ruído e em algumas partes causava um certo desconforto para quem já conhece bem as letras originais. Talvez esse seja o único ponto que realmente tenho alguma observação. Talvez manter as letras no original fosse uma opção já que são letras mega difundidas e de bom entendimento.

Nunca assisti o espetáculo na Broadway, porém ao ver as imagens do espetáculo ao redor do mundo, percebo que as produções são bem fiéis em questão de figurino, escolha de personagens e cenas, o que faz sentido se pensarmos que a equipe de NY inspecionou todo o espetáculo aqui no Brasil. Acredito que seja um espetáculo que vale super a pena assistir, a produção está incrível e se você um dia se encantou pela história, então esteja preparado para se emocionar ainda mais no espetáculo.

Entretenimento, Séries e Cinema

#JéssIndica: Safe

Oii gente, tudo bom?

A dica de hoje é de uma série rapidinha, mas excelente para quem aí quer algo diferente para ficar vidrado na televisão. Safe é uma série produzida pelo escritor Harlan Corben que traz muito suspense e surpresa.

Safe é uma série produzida pela Netflix e em apenas 8 episódios consegue fazer você se surpreender e ficar conectado a história.

Safe foca no inglês Tom Delaney (Hall), cirurgião pediátrico e pai viúvo de duas filhas adolescentes. Ele está lutando para se conectar com suas filhas, uma vez que ainda sofrem a perda de sua esposa de câncer um ano antes. Depois que sua filha de 16 anos, Jenny, desaparece, Tom acaba descobrindo uma teia de segredos enquanto procura freneticamente por ela.

Uma série intrigante, surpreendente e cheia de mistério, é daquelas séries que desenvolve rápido e quando você vê já está devorando os episódios. Foge bastante do clichê e faz você mudar diversas vezes suas hipóteses sobre o final.